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A lesão papilífera da mama é uma condição que costuma gerar muitas dúvidas, ansiedade e insegurança nas pacientes, principalmente por estar associada a alterações nos ductos mamários e, em alguns casos, à secreção pelo mamilo. A Dra. Renata Puccini, médica mastologista com atuação em São Paulo, nas regiões da Vila Clementino e Anália Franco, é referência no diagnóstico, acompanhamento e tratamento da lesão papilífera da mama, sempre com base em evidências científicas, experiência clínica e cuidado humanizado.
Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post “Respondendo as principais dúvidas sobre lesão papilífera da mama”:
1. Lesão papilífera da mama: o que é, causas, sintomas e quando se preocupar
2. Lesão papilífera da mama é câncer? Entenda os riscos e as diferenças entre lesões benignas e malignas.
3. Como é feito o diagnóstico da lesão papilífera da mama?
4. Lesão papilífera da mama causa secreção pelo mamilo?
5. Lesão papilífera da mama precisa de cirurgia?
6. Diferença entre lesão papilífera da mama, papiloma intraductal e câncer de mama.
7. Lesão papilífera da mama pode crescer ou voltar após o tratamento?
8. Lesão papilífera da mama em mulheres jovens.
9. Lesão papilífera da mama detectada na biópsia.
10. Acompanhamento da lesão papilífera da mama.
Ao longo deste conteúdo, você vai compreender todos os aspectos da lesão papilífera da mama, desde os conceitos mais básicos até as decisões clínicas mais avançadas. Continue a leitura e aprofunde seus conhecimentos em Respondendo as principais dúvidas sobre lesão papilífera da mama.
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A lesão papilífera da mama é uma alteração que se desenvolve dentro dos ductos mamários, caracterizada por projeções no interior do ducto. Na maioria dos casos, a lesão papilífera da mama é benigna, mas exige investigação adequada. As causas da lesão papilífera da mama ainda não são totalmente conhecidas, porém estão relacionadas a mudanças no epitélio dos ductos.
Os sintomas da lesão papilífera da mama podem incluir secreção pelo mamilo (sangue em geral), presença de nódulo próximo do mamilo ou alterações percebidas nos exames de imagem. É importante se preocupar com a lesão papilífera da mama quando há secreção espontânea, principalmente unilateral e com coloração sanguinolenta. Nesses casos, a avaliação com mastologista é fundamental. Porém toda lesão papilífera da mama identificada em biópsia percutânea deve ser avaliada pelo mastologista devido sua possível associação com câncer de mama.
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Uma das dúvidas mais frequentes é se a lesão papilífera da mama é câncer. Na maioria das vezes, a lesão papilífera da mama não é câncer e corresponde a lesões benignas, como o papiloma intraductal. No entanto, algumas lesões papilíferas da mama podem apresentar atipias ou estar associadas a alterações malignas.
Por isso, toda lesão papilífera da mama deve ser cuidadosamente avaliada. A Dra. Renata Puccini reforça que diferenciar uma lesão papilífera da mama benigna de uma maligna é essencial para definir o tratamento e garantir segurança à paciente.
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O diagnóstico da lesão papilífera da mama envolve uma avaliação clínica detalhada com exame físico das mamas e exames de imagem. O ultrassom é frequentemente o primeiro exame utilizado para identificar a lesão papilífera da mama, especialmente quando há secreção mamilar.
A mamografia pode complementar a investigação, principalmente em mulheres acima dos 40 anos. Em muitos casos, a biópsia é necessária para confirmar a natureza da lesão papilífera da mama. Em situações específicas, a cirurgia ou a biópsia assistida a vácuo podem ser indicadas tanto para diagnóstico definitivo quanto para tratamento da lesão papilífera da mama.
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A lesão papilífera da mama é uma das principais causas de secreção papilar espontânea. A secreção associada à lesão papilífera da mama costuma ser unilateral, espontânea e, em alguns casos, sanguinolenta.
Sempre que houver secreção pelo mamilo, a possibilidade de lesão papilífera da mama deve ser investigada. A avaliação precoce permite diagnóstico adequado e reduz riscos associados à lesão papilífera da mama.
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Nem toda lesão papilífera da mama precisa de cirurgia, mas em muitos casos a retirada cirúrgica é indicada. A cirurgia é recomendada sempre que a lesão papilífera da mama apresenta atipias na biópsia. Na ausência de atipias, dependendo do tipo de biópsia que foi realizada para a identificação da lesão papilífera da mama, além de sintomas da paciente, histórico familiar e pessoal e características da lesão no exame de imagem, é possível um acompanhamento com segurança, sem cirurgia em centro cirúrgico.
A decisão cirúrgica deve ser individualizada. A Dra. Renata Puccini avalia cada lesão papilífera da mama considerando exames, histórico clínico e segurança da paciente.
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A lesão papilífera da mama é um termo amplo que inclui o papiloma intraductal, que é benigno, o papiloma intraductal com atipia e diferentes tipos de carcinomas in situ e invasivo. Diferenciar corretamente lesão papilífera da mama, papiloma intraductal, papiloma com atipia e câncer de mama é essencial para evitar tratamentos desnecessários ou atrasos no diagnóstico de câncer de mama.
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A lesão papilífera da mama pode crescer, especialmente se não for tratada. Após a retirada cirúrgica, o risco de recorrência da lesão papilífera da mama é baixo, mas o acompanhamento é fundamental.
O seguimento adequado garante que qualquer alteração relacionada à lesão papilífera da mama seja identificada precocemente.
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A lesão papilífera da mama pode ocorrer em mulheres jovens, embora seja mais comum após os 40 anos. Em mulheres jovens, a lesão papilífera da mama costuma ser benigna (papiloma intraductal).
Mesmo assim, toda lesão papilífera da mama deve ser investigada para garantir diagnóstico correto e tranquilidade à paciente.
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Quando a lesão papilífera da mama é identificada na biópsia, significa que há alguma entidade do espectro da lesão papilífera (benigno, com atipia e maligno). Dependendo do caso, pode ser indicada cirurgia para retirada completa da lesão papilífera da mama ou pode ser optado pelo acompanhamento.
A análise histopatológica associada a imuno-histoquímica orienta a conduta mais segura para cada lesão papilífera da mama.
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O acompanhamento da lesão papilífera da mama varia conforme o tipo de lesão e o tratamento realizado. Em geral, exames periódicos com ultrassonografia mamária e mamografia, a depender da idade da paciente, são recomendados para monitorar a lesão papilífera da mama.
A Dra. Renata Puccini define o melhor plano de acompanhamento para cada paciente com lesão papilífera da mama, garantindo segurança e confiança.
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Chegamos ao fim de mais um conteúdo desenvolvido pela Dra. Renata Puccini. Neste blog post falamos sobre lesão papilífera da mama: o que é, causas, sintomas, relação com câncer, diagnóstico, secreção mamilar, necessidade de cirurgia, diferenças entre lesão papilífera da mama, papiloma intraductal e câncer de mama, possibilidade de crescimento ou recorrência, lesão papilífera da mama em mulheres jovens, significado do diagnóstico na biópsia e acompanhamento da lesão papilífera da mama.
Se você tem dúvidas ou recebeu diagnóstico de lesão papilífera da mama, entre em contato com a Dra. Renata Puccini para agendar uma consulta e tirar suas dúvidas sobre lesão papilífera da mama na Vila Clementino e Anália Franco, em São Paulo.
Conteúdo desenvolvido pela Dra. Renata Puccini
Respondendo as principais dúvidas sobre lesão papilífera da mama
